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O «COMUNALISMO» CRISTÃO Imprimir e-mail

O mistério pascal impactou fortemente a Igreja.

Jesus, que deu tudo (cf. Jo 19, 34), motivou os membros da Igreja a tudo dar.

Era deste modo — mais do que pela proximidade temporal — que a Igreja primitiva se sentia próxima de Jesus.

A Igreja sentia-se próxima de Jesus pelo serviço, pela partilha.

E, acima de tudo, pela atenção aos mais pobres.

O «comunalismo» dos cristãos era levado até às últimas consequências. «Entre eles, tudo era comum» (Act 4, 32).

Isto significa que ninguém considerava seu o que era comum. Pelo contrário, todos consideravam comum o que era seu (cf. Act 4, 32-34).

Resultado? Ninguém tinha nada e a ninguém faltava nada.

Entre os primeiros cristãos, não havia «qualquer necessitado» (Act 4, 34).

Há quem veja tudo isto como puramente ideal e, nessa medida, como totalmente irreal.

Contudo, também houve cristãos que sempre olharam para tudo isto como normal. Ou seja, como eco da norma que vem do próprio Jesus.

Recorrendo ao método das «sortes biblicae», São Francisco de Assis percebeu que Jesus queria que ele desse tudo e se desse todo.

Foi quando, ao abrir aleatoriamente o leccionário, encontrou este apelo: «Vai, vende tudo o que tens e dá o dinheiro aos pobres» (Mc 10, 21).

A «exegese» testemunhal de Francisco não podia ser mais clara.

Não só se colocou ao lado dos pobres como ele mesmo se tornou pobre.

Mas São Domingos não lhe ficou atrás. Depois de ter vendido tudo para tudo dar aos pobres, apareceu-lhe uma viúva a pedir ajuda. Como já nada tinha, ofereceu-se a si mesmo para ser vendido.

Aliás, o Bispo Paulino fizera o mesmo. Deixou-se vender a alguém que tinha um escravo para que este fosse posto em liberdade.

Segundo Santo Agostinho, só há uma coisa pior do que ficar com o alheio. É não partilhar o que é nosso.

O que se dá aos pobres é «património que se põe nas mãos de Deus». É um património que «nem a república o toma nem o fisco o ocupa».

Afinal e como notou São Jerónimo, quem bate à nossa porta «não é o pobre, é Cristo no pobre».

Não esqueçamos nunca. «Quem estende as mãos ao pobre estende as mãos a Cristo»!

Fonte: Na Paz, a Verdade

 
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20h30-S. Martinho

 

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13 de Dezembro - Dia de Santa Luzia

14 de  Dezembro - Início do Convívio Fraterno

                            - Ultreia Arciprestal de Recepção, no Centro Paroquial

15 de Dezembro - Festa de Natal em Belazaima

17 de Dezembro - Encerramento do Convívio Fraterno, no Seminário

 
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