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P. Vítor Gonçalves

Para o evangelista S. João, as primeiras palavras de Jesus foram uma pergunta: “Que procurais”? E se ela foi dirigida a dois discípulos de João Baptista que o seguiam, o seu alcance alarga-se a todas as pessoas e a todo o tempo.

Não é a pergunta decisiva da nossa existência? O que procuramos verdadeiramente? Qual o sentido dos nossos passos e das obras das nossas mãos?

E a resposta daqueles dois, talvez assustados, marca logo uma diferença: não procuram “coisas”, nem sequer ideias.

Chamam-lhe “Mestre” como se já fossem seus discípulos e perguntam-lhe “onde moras” com o desejo de o conhecer, de partilhar a sua vida e a sua acção. A “casa” de Jesus é a vida nova e renovadora do amor de Deus que Ele oferece respondendo “Vinde ver”!

São incontáveis as procuras humanas: riqueza, sabedoria, poder, fraternidade, justiça, paz, glória. Muitos desejam acumular coisas, outros enriquecer-se com experiências, outros ainda procuram o melhor para os que os rodeiam, alguns procuram escapar da doença e do medo, e até há quem já não procura nada.

Mas quando fica o nosso coração satisfeito? Tanto mais que, muito do que encontramos, e do que julgamos possuir, também vamos perdendo?!

A sede de infinito que nos habita, mesmo quando a negamos e de tudo nos desligamos, não destrói esta humana condição de buscadores. Talvez seja como Santo Agostinho escreveu: “Tu nos fizeste para ti, e o nosso coração está inquieto enquanto não repousar em ti.”

Mas como procuraríamos Deus se Ele não nos procurasse primeiro? Não é assim desde aquele “desencontro” no jardim do Paraíso, quando o primeiro homem e a primeira mulher se esconderam ao ouvir os passos de Deus, que vinha para o passeio da tarde?

Também era o final da tarde quando André e o discípulo sem nome foram ver onde “morava” Jesus. E caía o dia daquela Pascoa, quando Cléofas e outro discípulo regressavam desalentados a Emaús, tristes por terem visto morrer Jesus e o sonho de um reino novo.

Sempre dois a fazer a experiência do encontro luminoso e transformador com Jesus. Porque a graça e a festa são para partilhar e difundir a todos.

André vai levar o irmão Pedro a Jesus, e Filipe levará Natanael. Será que o discípulo sem nome pode ter todos os nomes do mundo?

Procurar implica movimento, saída do conforto e da segurança, risco e audácia. João Baptista fica parado quando indica Jesus a passar. É condição do discípulo de Jesus segui-l’O, e segue quem caminha.

As tentativas de cristalizar fé e costumes, de tornar definitivo o que é provisório, não impediram Deus de “escapar” por entre as “grades”, em que O imaginámos ter a abençoar as nossas construções.

O “vinde e vede” desinstala e desacomoda, recria e oferece a vida nova com Jesus, que se revela na alegria de levar outros a Ele. Não será esse o grande sinal do encontro?

Fonte: Voz da Verdade

 
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